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14/03/2010

Pesquisadores americanos divulgam fotos sigilosas de seres humanos gigantes

No século XIX e início do XX foram documentadas as primeiras descobertas de esqueletos que pertenceram a seres humanos gigantes. Uma decisão recente do corte americana pediu para que o Instituto Smithsoniano, que abrange pesquisas em museus, tornasse público os tais arquivos.
Os documentos afirmam que há milhares de anos existiram seres humanos que mediam até dois metros e meio de altura.
Em um dos textos escrito em 1894, os pesquisadores descrevem a imagem que viram por debaixo da terra: – Debaixo de uma camada de conchas, descansando sobre a superfície natural da Terra, encontramos um esqueleto em posição horizontal. O comprimento do crânio até os ossos dos pés era de dois metros e meio. É provável que este ser, quando vivo, chegasse a 2,70 metros de altura
Os funcionários do Instituto Smithsoniano negaram qualquer tipo de relação com a descoberta com os tais esqueletos. O fato gerou teorias conspiratórias, uma delas é de que talvez eles tenham ocultado a existência destes seres gigantes.
No ano passado, dois homens e duas mulheres de 2,10 metros de altura foram encontrados enterrados há cerca de 4.500 anos por arqueólogos russos ao norte do Cáucas,
Os ossos apresentavam um fato curioso, eles estavam cobertos de pigmento vermelho, que pode fazer parte de um ritual fúnebre cultural, onde se conta que o corpo que tem tinta vermelha deve partir, já que nasce com sangue, finalizando um ciclo de vida
A história continua vindo a tona, pois em março de 2007, o exército indiano encontrou um esqueleto de gigante humano e registrou o fato em fotos, o que causou polêmica na internet
Ossos semelhantes também foram encontrados no Texas. A ossada pode ter pertencido a uma mulher com 3,05 m de altura e 454 kg. Na Irlanda, pesquisadores documentaram um fóssil de 3,65 metros. Impressionante, certo?


Arqueólogos curiosos continuam escavando terrenos a procura de respostas para o fato até então desconhecido, com o objetivo de desvendar o mistério. A missão dos pesquisadores agora é saber quando eles morreram, o motivo da morte, como eram sua rotina, vida e família.




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